estava numa busca incessante para descobrir o que vem depois da paixão, que causa borboletas que voam incontroláveis no estomago.
Eu não sei se tu entende, mas antes de ti achava que eu exigia e esperava demais dos homens.
Ouvia das gurias: o homem que tu esperava só deve chegar de cavalo branco, Brunna!
Mas eu queria coisas muitos simples.
E aí veio tu, complicando tudo. E descomplicando. E complicando de novo. E desvendando todos os mistérios.
Depois da paixão, vem todo o resto que eu nunca tinha conhecido.
O sufoco é substituído pela compreensão e aí é tudo ‘bossa nova’.
Cumplicidade, proteção, dias felizes, conquistas diárias.
Viu como era simples? E tu nem veio num cavalo branco.
Quando a paixão cresce, vira reciprocidade, o compromisso. E não é esse compromisso de expor ao mundo. É de ser feliz e fazer o outro feliz – que desafio gigante.
Na paixão era eu. Quando a paixão mudou, virou nós.
O homem que eu esperava, me fez descobri além das borboletas.
Esperei tanto que hoje ele é meu!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Foi depois do beijo da testa
clica nesse link https://www.youtube.com/watch?v=hyZP4shBd4Y e leia com essa trilha, ok?
que eu voltei pra casa e deixei meu coração contigo.
Pensei em muitas coisas sem sentido.
Tive medo...
Medo de não ter coragem de assumir, medo que tu não alegrasse mais meus dias, medo da tua desistência de mim.
Medo que teus olhos fugissem do fundo dos olhos meus, medo que tua boca não encostasse mais na minha, medo que tuas mãos não acariciassem mais meus cabelos.
Eu tentei, do meu jeito ogra, fazer tu enxergar que as nossas brigas tolas faziam a gente perder madrugadas por bobagens.
Eu tentei, do meu jeito vazio, fazer tu compreender que justificar os erros e corrigi-los de nada adiantaria sem confiança, a palavra chave de tudo.
Não importa se tu não se compara aos caras que chegaram antes ti.
Não importa esse jeito expansivo.
E pra falar bem a verdade, não importa que eu não esperasse gostar de ti dessa maneira.
Não importa que tu não se enquadre no padrão ideal que as gurias falam pra mim.
Não importa se o passeio tem que ser de bus, ou apé ou com um carro que não é teu.
Não importa se tu não te dá tão bem com as palavras quanto eu.
E pra falar bem a verdade, não importa distância nenhuma.
Realmente, tanto faz...
Agora tanto faz se eu saio ou fico em casa com a tua companhia distante.
Tanto faz os comentários de ‘linda’ nas minhas fotos.
Agora tanto faz o cara bonito que assobia na rua pra mim.
Tanto faz as cantadas baratas.
Eu não sei que mágica é essa que tu fez, mas depois de tanto tempo..realmente, tanto faz.
Foi depois do beijo da testa que eu voltei pra casa e deixei meu coração contigo.
Meu coração contigo.
Meu coração.
Meu.
...
que eu voltei pra casa e deixei meu coração contigo.
Pensei em muitas coisas sem sentido.
Tive medo...
Medo de não ter coragem de assumir, medo que tu não alegrasse mais meus dias, medo da tua desistência de mim.
Medo que teus olhos fugissem do fundo dos olhos meus, medo que tua boca não encostasse mais na minha, medo que tuas mãos não acariciassem mais meus cabelos.
Eu tentei, do meu jeito ogra, fazer tu enxergar que as nossas brigas tolas faziam a gente perder madrugadas por bobagens.
Eu tentei, do meu jeito vazio, fazer tu compreender que justificar os erros e corrigi-los de nada adiantaria sem confiança, a palavra chave de tudo.
Não importa se tu não se compara aos caras que chegaram antes ti.
Não importa esse jeito expansivo.
E pra falar bem a verdade, não importa que eu não esperasse gostar de ti dessa maneira.
Não importa que tu não se enquadre no padrão ideal que as gurias falam pra mim.
Não importa se o passeio tem que ser de bus, ou apé ou com um carro que não é teu.
Não importa se tu não te dá tão bem com as palavras quanto eu.
E pra falar bem a verdade, não importa distância nenhuma.
Realmente, tanto faz...
Agora tanto faz se eu saio ou fico em casa com a tua companhia distante.
Tanto faz os comentários de ‘linda’ nas minhas fotos.
Agora tanto faz o cara bonito que assobia na rua pra mim.
Tanto faz as cantadas baratas.
Eu não sei que mágica é essa que tu fez, mas depois de tanto tempo..realmente, tanto faz.
Foi depois do beijo da testa que eu voltei pra casa e deixei meu coração contigo.
Meu coração contigo.
Meu coração.
Meu.
...
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Abre o braço, que eu deito no teu ombro.
O guri dorme com um semblante mais tranqüilo, sabe..parece entender que eu não vou ataca-lo com cócegas.
Ele aparenta estar sonhando. Daqueles sonhos que agita o corpo, sabe?! Eu faço carinho e ele esboça um sorriso.
É engraçado..ele não sabe, mas o sorriso dele é tão incrível naturalmente. Digo, porque as cócegas o deixam vulnerável e espontâneo.
Nunca tinha me olhado como hoje..envergonhado. Ah, aqueles olhos amendoados agora eram olhos sonolentos.
Eu parei o mundo daqueles minutos. Era como se eu nunca tivesse o olhado. Talvez não tão calmo (já que ele é ligado no 220w).
O guri dorme como criança que corre o dia todo e logo que fecha os olhos desaba.
Ele aparenta serenidade. Daquele jeito de dever cumprido sabe...
É engraçado..ele me faz rir mesmo sem saber. Quando ele faz beiço e resmunga dormindo, não me contenho. É um riso baixo e carinhoso.
Nunca tinha me olhado como hoje..com felicidade. Na verdade, já tínhamos sido felizes. Mas parece que hoje, hoje era uma parte que faltava.
Eu parei o mundo naqueles minutos. Ele abre os olhos, que logo me fitaram, beija-me a testa e volta a dormir.
Perderia um tempo mais olhando para ele...é um ganho de tempo!
‘’Do nosso amor a gente é quem sabe, pequeno’’
Ultimo Romance – Los Hermanos
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
É posterior a esse jeito (in)sensível..
é por trás da minha neutralidade..é na retaguarda de se apegar..é detrás a tantas doses de bebidas que se mascaram tramas que não deram certo. Tiro certeiro que foi válvula de escape pra tantas faces que sou hoje.
eu venho nesse boteco um dia sim e o outro também. Porque assumo que me desnorteei entre as minhas desculpas esfarrapadas. Então, é entre um gole forte e outro nem um pouco suave que acabo todo santo dia.
nessas historias o que não falta é enrolação, o que não faltou foi confusão, complicação e muitas ciladas.
e vou contar. Mas do meu jeito. Gosto de escrever difícil, com várias virgulas e metáforas, pra parecer mais complicado do que realmente é. Enfim, eu pareço mais complicada do que realmente sou. E assim vem sendo durante algum tempo.
eu não me acho, nem de longe, a mulher certa pra falar de amor. Mas enquanto aqui bebo (e choro), fico observando esse tanto de homem que aqui bebe e ri. É um tanto de homem, até que bem charmosos, disfarçando sua futilidade com um copo bem cheio da bebida mais cara. É um tanto de homem, até que bem cheirosos, simulando felicidade com mulheres vulgares para acobertar o medo de ficar sozinho.
devo ser realmente muito velha psicologicamente. Vejo aqui boa parte de salários gastos com drinks para acabar na cama. Vejo aqui lindas mulheres que conquistam garanhões em uma piscada.
devo ser realmente muito velha psicologicamente. Vejo aqui boa parte de salários gastos com drinks para acabar na cama. Vejo aqui lindas mulheres que conquistam garanhões em uma piscada.
Eu também não sou tão feia assim, me visto razoavelmente e não vejo nenhuma graça nessas situações. A graça da coisa está realmente no meu copo cheio e o garçom que vez ou outra está com uma barba que me atiça.
tenho, na maioria das vezes, o homem que eu quero com um bom papo, um bom perfume e uma dança onde ele consegue sentir o rebolado e eu apenas o coração batendo acelerado. altos, magros, baixinhos, velhos e novos..e é assim que eu disfarço as frustrações de oportunidades perdidas. Se sou feliz? Ah, me contento.
tenho, na maioria das vezes, o homem que eu quero com um bom papo, um bom perfume e uma dança onde ele consegue sentir o rebolado e eu apenas o coração batendo acelerado. altos, magros, baixinhos, velhos e novos..e é assim que eu disfarço as frustrações de oportunidades perdidas. Se sou feliz? Ah, me contento.
esses dias, meus dois ex namorados ficaram noivos..sim, os dois. Eles seguiram em frente da melhor forma possível. Que feliz! Desejo felicidade, porque se não fossem eles, eu não estaria precisando de boas doses de bebida. Foram eles que me ensinaram a quebrar a cara e curar com um porre. Coisa de guria nova que não sabe lidar com as pressões do cotidiano.
hoje das minhas faces, que não a de moça de boteco, tem medo de perder a liberdade, se prender, de pisar em falso e se perder totalmente ( de novo ). Eu sei que eu magôo muito marmanjo por aí. Não que seja uma escolha minha, porque eu também me chateio por ser assim.
Uma casca dura, uma proteção revestida de confiança pra conquistar homens que durarão algumas (poucas) semanas em minha vida porque eu deixo o labirinto estreito demais. A questão, é que depois de tantas coisas, quero alguém me negue um pouco de atenção (pra eu sentir uma pulga atrás da orelha), que não seja tão meu (gosto do impossível), que me vire a cabeça e faça-me ver o mundo de outro ângulo. Gosto de quem me conquista aos poucos, quero aquele jogo bobo e moleque de sedução, sem pressões e cobranças. Eu abortei todas as missões que não me façam quebrar o pé da cama ( ao invés da cara, do coração).
esse botequim, me faz pensar no que eu fui, sou e serei (n)(d)a vida. E eu não sou romântica, inclusive estou bem longe desse adjetivo. Só acho que vocês mereciam saber que ‘eu não sirvo pra relacionamentos’ é a desculpa mais breve que eu sempre darei. A verdade, é que eu sou arisca porque eles me estragaram pro mundo (sim, estou falando dos mais atuais noivos, hehe). Não estou fazendo comparações, mas depois disso, abri meus dois olhos e coloquei os dois pés a trás com tudo na vida..incluindo relações (de amizades e amorosas).
homens sentados no bar acenando a chave do carro, não vão me conquistar. Homens cheirosos, me conquistam. Homens que pagam mil drinks só vão ficar pobres, porque não vão ter a recompensa no final da noite.
Alguns homens que nos rodeiam são mais vazios que o estado do meu copo neste momento. o que fico feliz, é que, não tenho duvidas, de que existem mais moças em botecos destilando tristeza em bebidas e cevando felicidade. Mulheres como eu são mais comuns do que imaginamos..ainda que em alguns bares da cidade!
terça-feira, 14 de julho de 2015
O que te faz feliz?
indagou-me curioso (como sempre).
Família. Escutar Música. Realizar meus sonhos. Ver quem eu gosto realizando sonhos. Dançar. Ter as unhas compridas e bem pintadas. Dançar, de novo. Balada. Cheiro de livro novo. Dormir até tarde. Rodízio de pizza. Olhar filmes românticos mesmo não sendo tão romântica assim. Resultados positivos. O cheiro do estrogonoff do meu pai. Usar o creme de rosto que a vó usava. Servir na calça que já não me servia. Usar as roupas da minha mãe. Jogar canastra. Ganhar nos jogos. Danoninho. Cerveja. Água. Maçã verde. Pessoas sinceras. Justiça. Por do sol. Viajar. Sucrilhos com iogurte. Ficar sozinha em casa. Cantar alto. Mudar meu cabelo. Receber elogios. 10 coisas que eu odeio em você. Claudia Leitte. Final de semana em casa. Comprar livros. Encontrar pessoas que me entendam só no olhar. Reencontrar velhos amigos e ver que nada mudou. Ouvir musicas antigas. Rever fotos. Tirar fotos novas. Cafuné. Massagem. Ter meu próprio dinheiro. Sorriso bobo. Covinhas. Quando alguém especial curte minha foto. Pessoas que aturam minha TPM. Decisões. Mudança. Decorar letra de musica. Farofa com ketchup e salsicha. Beijo na testa. Enart. Estar no palco. Aprender coisas novas. Receber mensagem de boa noite. Acabar de ler um livro.
Viver, respondi.
sábado, 27 de junho de 2015
Sebastian
Lembro
de quando nossa vida era romance. Aquele ‘q’ de comédia alegrava meus dias mais
cinzentos.
Mas
hoje, eu to pulando fora do barco enquanto ele não afunda. To fugindo enquanto
ainda dá tempo.
Nosso
filme virou drama. E tem dias que ele me assusta feito terror.
Vamos
salvar ao menos o respeito. Vamos nos salvar.
Pulemos
fora, mesmo deixando tudo inacabado. Vamos bater em um iceberg, vamos nos
salvar. Eu vou pular pra me salvar, te salvar..pula desse barco que tu nem
entrou..1,2,3 e JÁ!
To
cansada do nosso filme, do nosso roteiro, do enredo, do elenco, dos desfecho
final.
É
preciso saber a hora certa de pular, pro barco seguir seu rumo tranquilo. Tu
não quer pular? Eu pulo sozinha. Mas não vem me dizer que eu não tentei te
salvar, meu bem.
Meu
coração já perdeu guerras demais. Ta doendo ficar no barco vendo a água entrar.
Não
adianta remar contra a maré. Tu agora é o meu porto-nada-seguro.
Boa
sorte pra ti nessa empreitada. Acha mesmo que consegue se livrar de afundar? Eu
to caindo fora. Quero mergulhar em outros rios.
To
abandonando o barco. Acabei de escutar o grito de “Salve-se quem puder”.
Tibum!
Espero que esta carta não
esteja molhada,
Nem da água do mar, nem de
minhas lágrimas.
Da tua marinheira,
Giovana.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Fica tranquilo, querido:
Aqui não tem ninguém...É só o vento lá fora.
Isto é só uma resposta..não te apavora, viu, foi ela quem mandou eu te escrever!
Tu lembra a data, enquanto ela não sabe o dia, só lembra do mês.
Mas ainda assim é a mesma menina mulher que sempre foi: tímida, introspectiva, que gosta de preencher e ser preenchida.
Sabe, Fermento, os momentos silenciosos são os momentos mais falantes dela ... :)
Diferente de te ti: (in)seguro, comunicativo, impulsivo,matraca aberta, metendo os pés pelas mãos, sempre em voga.
Há uma troca aqui, rapaz: observadora e observado, calmaria e confusão, chuva fina e tempestade.
Vocês dois são muito tempo ruim, são dois eternos furacões.
Um fala, o outro responde, o outro rebate. Um xinga, o outro faz beiço, o outro fica sem jeito. Um alerta pra vida, o outro não desencana e o outro não facilita.
Fermento, vou te dar um conselho. Ela nem sabe que vou te contar isso, porque não gosta de ser vulnerável, mas tu já a fez chorar de raiva. A moça sofre de mágoas, rapaz. Tem que cuidar o que diz pra ela, pois por trás daquela armadura tem alguém que acredita no poder das palavras. Então não repete mais que ela não é o que tu esperava para a vida, diz somente que vocês não combinam. Quem sabe ela diga: ainda bem! E fica tudo bem..bem de boas.
Sabe Fermento, tu não é um cara ruim, só ainda não aprendeu a lidar com as confusões ambulantes dela.
O que? Tu não gosta que te chamem assim? Mas a guria me disse que tu até dá uma risadinha boba quando ela assim te chama. Ela ta de sacanagem contigo ein..ta te provocando!
O que? Ela te provoca sempre? Olha, não é querer fazer intriga, mas ela sempre me conta que é tu que é fraco..que provocar mesmo só quando o lábio dela ta frio e o teu quente.
Rapaz, ela se preocupa contigo. Poxa vida, seria bem melhor se tu preocupasse menos quem gosta e convive contigo né. Temos certeza, eu e ela, de que ela não é a única a ficar receosa contigo. Vai com calma, criatura..não perde essas pessoas!
Ela não sabe quase nada de ti, ao contrario do que tu pensa. Tu não sabe nada sobre ela, ao contrario do que tu pensa.
Ela é melhor com palavras do que falando. Tu é melhor falando do que cantando. (brincadeirinha – risos)
Fermento, espero que tu entenda o jeito dela achar alguém especial..ela é durona mas no fundo tem um coração mole..e se ela se preocupa contigo, acho bom tu entender o recado.
Tudo vale a pena: se não virar amor, vira poema!
Isto é só uma resposta..não te apavora, viu, foi ela quem mandou eu te escrever!
Tu lembra a data, enquanto ela não sabe o dia, só lembra do mês.
Mas ainda assim é a mesma menina mulher que sempre foi: tímida, introspectiva, que gosta de preencher e ser preenchida.
Sabe, Fermento, os momentos silenciosos são os momentos mais falantes dela ... :)
Diferente de te ti: (in)seguro, comunicativo, impulsivo,matraca aberta, metendo os pés pelas mãos, sempre em voga.
Há uma troca aqui, rapaz: observadora e observado, calmaria e confusão, chuva fina e tempestade.
Vocês dois são muito tempo ruim, são dois eternos furacões.
Um fala, o outro responde, o outro rebate. Um xinga, o outro faz beiço, o outro fica sem jeito. Um alerta pra vida, o outro não desencana e o outro não facilita.
Fermento, vou te dar um conselho. Ela nem sabe que vou te contar isso, porque não gosta de ser vulnerável, mas tu já a fez chorar de raiva. A moça sofre de mágoas, rapaz. Tem que cuidar o que diz pra ela, pois por trás daquela armadura tem alguém que acredita no poder das palavras. Então não repete mais que ela não é o que tu esperava para a vida, diz somente que vocês não combinam. Quem sabe ela diga: ainda bem! E fica tudo bem..bem de boas.
Sabe Fermento, tu não é um cara ruim, só ainda não aprendeu a lidar com as confusões ambulantes dela.
O que? Tu não gosta que te chamem assim? Mas a guria me disse que tu até dá uma risadinha boba quando ela assim te chama. Ela ta de sacanagem contigo ein..ta te provocando!
O que? Ela te provoca sempre? Olha, não é querer fazer intriga, mas ela sempre me conta que é tu que é fraco..que provocar mesmo só quando o lábio dela ta frio e o teu quente.
Rapaz, ela se preocupa contigo. Poxa vida, seria bem melhor se tu preocupasse menos quem gosta e convive contigo né. Temos certeza, eu e ela, de que ela não é a única a ficar receosa contigo. Vai com calma, criatura..não perde essas pessoas!
Ela não sabe quase nada de ti, ao contrario do que tu pensa. Tu não sabe nada sobre ela, ao contrario do que tu pensa.
Ela é melhor com palavras do que falando. Tu é melhor falando do que cantando. (brincadeirinha – risos)
Fermento, espero que tu entenda o jeito dela achar alguém especial..ela é durona mas no fundo tem um coração mole..e se ela se preocupa contigo, acho bom tu entender o recado.
Tudo vale a pena: se não virar amor, vira poema!
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Ontem me disse: tu escreve pra mim.
Hoje eu digo: estou escrevendo sobre ti.
Na verdade, é sobre nós e esse encontro meio que lunático.
Por vezes eu me confundo contigo. Por vezes tenho certeza que não temos nada a ver.
Com o tempo me tornei alguém arisca de relacionamentos – tanto amorosos quanto sobre amizades-. Alias, o tempo me muda constantemente. E é muito raro o meu ‘santo bater’ logo de cara. Eu não sei de que planeta tu veio, mas pode ser de uma galáxia bem próxima da minha.
Percebi que as coisas fluíam quando em uma das muitas madrugadas de conversa, chorava contigo e falava sem receio sobre convivências familiares. Percebi que as coisas fluíam quando me sentia a vontade de mandar áudios e falar bobagens. Percebi que as coisas fluíam quando contávamos historias bem parecidas e nos surpreendíamos. Percebi que as coisas fluíam quando tu disse pra alguém que era minha amiga.
Falo isso porque pra mim amizade é um termo tão forte e que eu sou comedida pra usá-lo, que me surpreendeu. Logo, me peguei pensando que era muita coisa de alma, sabe? Claro que sabe, tu sempre entende. Sou muito seletiva nos amigos que faço e daqueles que permanecem comigo. Aprendi a gostar de ti apesar de tudo: nossas semelhanças e/ou diferenças, acertos e/ou erros, qualidades e/ou defeitos. Pra bem da verdade é isso que eu mais gosto em ti: essa maneira de me mostrar as imperfeições sem titubear. O que não gosto, é esse teu jeito casca grossa, não-vulnerável, que se parece muito comigo..e sei que não é tão bom assim pra gente. Mas quer saber? Se tiver que cair, tenho certeza absoluta que levantaremos e seguiremos em frente.
Diferente de quase tudo que já aconteceu comigo, esse encontro me fez e ainda faz (re)pensar muito na minha vida: no respeito mutuo que existe na minha casa, nos sonhos que eu ainda planejo, na falta que minha avó faz pra mim e de como eu fico sozinha mesmo cheia de gente e quem me faz ficar mais encontrada é quem está longe. E no teu caso também: do que tu pode aproveitar na tua família se for um pouco menos turrona, de curtir mais teus pais e parar de birra, de fazer planos e sonhar muito mais do que (só) estar na Zero Hora, de como tu tem sorte na vida por ter tua avó ainda por perto (aaaai, eu tinha que chorar nessa parte, que merda!) e que tu tenha certeza que quem ta aqui de longe tem as melhores das intenções.
Fico feliz que entre tanta gente chata e sem sentido nessa vida, tenha te encontrado.
Talvez esse encontro não seja o primeiro (de novo, sei que tu entenderá), mas o que espero é que não seja o último. Que consigamos nos entender tão bem assim em mais um monte de vidas!
Na verdade, é sobre nós e esse encontro meio que lunático.
Por vezes eu me confundo contigo. Por vezes tenho certeza que não temos nada a ver.
Com o tempo me tornei alguém arisca de relacionamentos – tanto amorosos quanto sobre amizades-. Alias, o tempo me muda constantemente. E é muito raro o meu ‘santo bater’ logo de cara. Eu não sei de que planeta tu veio, mas pode ser de uma galáxia bem próxima da minha.
Percebi que as coisas fluíam quando em uma das muitas madrugadas de conversa, chorava contigo e falava sem receio sobre convivências familiares. Percebi que as coisas fluíam quando me sentia a vontade de mandar áudios e falar bobagens. Percebi que as coisas fluíam quando contávamos historias bem parecidas e nos surpreendíamos. Percebi que as coisas fluíam quando tu disse pra alguém que era minha amiga.
Falo isso porque pra mim amizade é um termo tão forte e que eu sou comedida pra usá-lo, que me surpreendeu. Logo, me peguei pensando que era muita coisa de alma, sabe? Claro que sabe, tu sempre entende. Sou muito seletiva nos amigos que faço e daqueles que permanecem comigo. Aprendi a gostar de ti apesar de tudo: nossas semelhanças e/ou diferenças, acertos e/ou erros, qualidades e/ou defeitos. Pra bem da verdade é isso que eu mais gosto em ti: essa maneira de me mostrar as imperfeições sem titubear. O que não gosto, é esse teu jeito casca grossa, não-vulnerável, que se parece muito comigo..e sei que não é tão bom assim pra gente. Mas quer saber? Se tiver que cair, tenho certeza absoluta que levantaremos e seguiremos em frente.
Diferente de quase tudo que já aconteceu comigo, esse encontro me fez e ainda faz (re)pensar muito na minha vida: no respeito mutuo que existe na minha casa, nos sonhos que eu ainda planejo, na falta que minha avó faz pra mim e de como eu fico sozinha mesmo cheia de gente e quem me faz ficar mais encontrada é quem está longe. E no teu caso também: do que tu pode aproveitar na tua família se for um pouco menos turrona, de curtir mais teus pais e parar de birra, de fazer planos e sonhar muito mais do que (só) estar na Zero Hora, de como tu tem sorte na vida por ter tua avó ainda por perto (aaaai, eu tinha que chorar nessa parte, que merda!) e que tu tenha certeza que quem ta aqui de longe tem as melhores das intenções.
Fico feliz que entre tanta gente chata e sem sentido nessa vida, tenha te encontrado.
Talvez esse encontro não seja o primeiro (de novo, sei que tu entenderá), mas o que espero é que não seja o último. Que consigamos nos entender tão bem assim em mais um monte de vidas!
quarta-feira, 17 de junho de 2015
tô de saco cheio!
Já tem algum tempo que as opiniões e criticas não-construtivas alheias me incomodam. A eterna busca pela tampa da panela é muito mimimi pra mim.
Vamos ser francos uns com os outros: não estamos em um barco furado, então não me jogue a bóia pra me salvar da solteirice!
Aos amigos que tem alguns amigos para me apresentar, às gurias que torcem para serem minhas cunhadas...esqueçam: eu não quero conhecer alguém que tenha – por obrigação – que ser o homem da minha vida.
Ser solteira não é estar no alto de uma torre esperando o príncipe passa pelo dragão e vir me salvar. Não queira ser meu cupido.
Choro vendo Ps eu te amo e sei de cor 10 coisas que eu odeio em você. Escrevo sobre amor e reclamo por não conhecer ninguém legal – ou conheço e não dou chances -...mas ok. A missão agora e cuidar da minha vida, dos meus sonhos, meus planos e acolher muito bem as oportunidades que estão aparecendo.
Ta tudo bem comigo, gente. Tudo bem ser solteira, livre, leve, solta e desimpedida. Eu estou/sou feliz! Apesar de super entender que tu só queira pra mim alguém que seja feliz comigo, assim como tu achou pra ti...só que essa é a minha vida, não a tua.
Não é clichê nenhum: é possível ser feliz sozinha, sim! Talvez eu encontre logo alguém para juntar os trapos. Ou talvez não. E tudo bem! Há abundantes formas de ser feliz; e ser solteiro não quer dizer estar triste, sozinha, mergulhada na profunda solidão. Assim como alterar o status de relacionamento do ‘face’ também não faz com que tu nunca te sinta vazio.
Alguns precisam de alguém pra sorrir. Eu preciso apenas de mim mesma e uma boa dose de amor (próprio) !
Vamos ser francos uns com os outros: não estamos em um barco furado, então não me jogue a bóia pra me salvar da solteirice!
Aos amigos que tem alguns amigos para me apresentar, às gurias que torcem para serem minhas cunhadas...esqueçam: eu não quero conhecer alguém que tenha – por obrigação – que ser o homem da minha vida.
Ser solteira não é estar no alto de uma torre esperando o príncipe passa pelo dragão e vir me salvar. Não queira ser meu cupido.
Choro vendo Ps eu te amo e sei de cor 10 coisas que eu odeio em você. Escrevo sobre amor e reclamo por não conhecer ninguém legal – ou conheço e não dou chances -...mas ok. A missão agora e cuidar da minha vida, dos meus sonhos, meus planos e acolher muito bem as oportunidades que estão aparecendo.
Ta tudo bem comigo, gente. Tudo bem ser solteira, livre, leve, solta e desimpedida. Eu estou/sou feliz! Apesar de super entender que tu só queira pra mim alguém que seja feliz comigo, assim como tu achou pra ti...só que essa é a minha vida, não a tua.
Não é clichê nenhum: é possível ser feliz sozinha, sim! Talvez eu encontre logo alguém para juntar os trapos. Ou talvez não. E tudo bem! Há abundantes formas de ser feliz; e ser solteiro não quer dizer estar triste, sozinha, mergulhada na profunda solidão. Assim como alterar o status de relacionamento do ‘face’ também não faz com que tu nunca te sinta vazio.
Alguns precisam de alguém pra sorrir. Eu preciso apenas de mim mesma e uma boa dose de amor (próprio) !
quinta-feira, 12 de março de 2015
entre as folhas da 8ª série, um texto.
A gente nunca deixa de amar..sempre continua amando...por mais bizarro que esse amor seja,
Tenho andado com saudade. Ainda não te esqueci.
Amor em forma de olhar, de ciúmes, de abraço...de amor.
Tenho saudade do teu riso bobo, do meu sorriso apaixonado, das nossas expectativas,das nossas vontades de viver juntos, dos teus desejos que super casavam com os meus. Casar...lembro como se fosse hoje o jeito que esse verbo nos assustava: juntar as escovas de dente já era informação de mais.
Quero te contar, pelo menos por aqui, que fui conhecer o mundo com a mochila nas costas e tu no coração. Dos lugares que conheci, preferia te (re)conhecer.
Esse tempo longe me fez voltar a acreditar em sentimentos além da distância: Aqui estou, então, encurtando-a.
Sinto falta dos teus dias me acalmando, dos meus dias te agitando. Tu faz uma falta danada, moleque! Sempre neguei, mas tu era meu refúgio de sorrisos melhores em dias nublados.
Estamos longe. Ainda descubro o porquê. Dentre tantas explicações: o medo do amor. Mesmo iniciante no amor, aprendendo a amar, te amei...te amo.
Me reviro toda noite..revivo..remexo. Penso no tanto que ainda significa e o quanto de amor eu te dedico. O (meu) mundo era melhor quando estava contigo. Escrevo-te hoje com coragem. Te admiro. Tu espalha amor pelo mundo!
Tô com uma saudade danada, moleque. Moro, agora, onde disse que moraria: Rio Grande do Sul, Gramado. Beijando o frio, abraçando o verde e me acabando em chocolates. No meu cafofo sempre tem leite com Nescau geladinho, sucrilhos, histórias que nao ouviu ainda e saudade que já sabe de cor e salteado. Esquece as mágoas e vem logo...
Um dia prometi ser tua e tu ser meu. Meu coração entendeu direitinho, e eu não pretendo quebrar essa promessa.
Vem logo...te amei...te amo...amo tu, guri!
Tenho andado com saudade. Ainda não te esqueci.
Amor em forma de olhar, de ciúmes, de abraço...de amor.
Tenho saudade do teu riso bobo, do meu sorriso apaixonado, das nossas expectativas,das nossas vontades de viver juntos, dos teus desejos que super casavam com os meus. Casar...lembro como se fosse hoje o jeito que esse verbo nos assustava: juntar as escovas de dente já era informação de mais.
Quero te contar, pelo menos por aqui, que fui conhecer o mundo com a mochila nas costas e tu no coração. Dos lugares que conheci, preferia te (re)conhecer.
Esse tempo longe me fez voltar a acreditar em sentimentos além da distância: Aqui estou, então, encurtando-a.
Sinto falta dos teus dias me acalmando, dos meus dias te agitando. Tu faz uma falta danada, moleque! Sempre neguei, mas tu era meu refúgio de sorrisos melhores em dias nublados.
Estamos longe. Ainda descubro o porquê. Dentre tantas explicações: o medo do amor. Mesmo iniciante no amor, aprendendo a amar, te amei...te amo.
Me reviro toda noite..revivo..remexo. Penso no tanto que ainda significa e o quanto de amor eu te dedico. O (meu) mundo era melhor quando estava contigo. Escrevo-te hoje com coragem. Te admiro. Tu espalha amor pelo mundo!
Tô com uma saudade danada, moleque. Moro, agora, onde disse que moraria: Rio Grande do Sul, Gramado. Beijando o frio, abraçando o verde e me acabando em chocolates. No meu cafofo sempre tem leite com Nescau geladinho, sucrilhos, histórias que nao ouviu ainda e saudade que já sabe de cor e salteado. Esquece as mágoas e vem logo...
Um dia prometi ser tua e tu ser meu. Meu coração entendeu direitinho, e eu não pretendo quebrar essa promessa.
Vem logo...te amei...te amo...amo tu, guri!
domingo, 8 de março de 2015
Conversei com um amigo que me disse: tu realmente está ficando velha!
E eu só não queria ir pra balada aquele dia...
Ontem, me deu um vontade de fazer festa. Vontade de ir pra balada só por ir..uma vontade bem de leve. Acredito que nem era tanta vontade, que era mais pra provar pra aquele babaca que eu não precisava dos beijos e carinhos dele.
Arrumada, maquiada, tirei uma foto e postei nas redes sociais: #PartiuBalada
Fui..fui e fiz ‘merda’: beijei o primeiro (mentira, ainda sou exigente; mas o que importa é que eu beijei ué) homem que apareceu na minha frente. O nome? Pedro, Paulo, Pablo..algo assim. Só lembro da boa pegada dele na minha cintura.
Foi aí que a maldita música começou ‘cuida bem dela, você não vai encontrar ninguém melhor que ela..’ aí me deu saudade.. Bueno, fui atrás do guri e tasquei outro beijo.
Poxa, eu mereço também. Ele ta lá namorando e eu to só beijando esse qualquer aqui.
Na ilusão de que isso ia me fazer melhor, tentei puxar assunto: então...(fiquei alguns – muitos – segundos pensando no nome do rapaz) bonitinho, ta gostando da festa?
Então eu percebi que eu estava muito ruim de papo e cai na gaitada.
Ele me beijou de novo, enquanto a musica ainda tocava. E lá estava eu, beijando de olho aberto curtindo a banda tocar. Que deprimente...que broxante. Parei o beijo, agradeci e fui pra copa pedir uma bebida forte.
E continuei curtindo a balada, sem precisar dar explicações pra ninguém, sem partir meu coração nem o de ninguém. Arrumei o cabelo, repassei o batom vermelho, e fui dançar sozinha. Mas sozinha mesmo foi o jeito que eu voltei pra casa..so-zi-nha! Eu não ia nem ter o nome do guri pra colocar na minha lista, não sabia o nome, idade ou celular.
Exausta, tirei os sapatos e deitei no sofá...me peguei pensando em quem? Naquele idiota, que deveria estar no maior rala e rola essa hora. Adiantou dar uma de boazuda na balada, Carlinha? Não..bem feito..pra você aprender.
logo, pensei que nos dias que eu não vou pra balada, os dias que eu não beijo em ninguém, eu também fico pensando nele..pelo menos agora eu tinha um ‘anônimo’ pra colocar na minha agenda.
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